08/12/2007 12:44

Dipladênia - Mandevilla splendens

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  • Nome Científico: Mandevilla splendens
  • Sinonímia: Dipladenia splendens, Mandevilla sanderi, Mandevilla boliviensis, Dipladenia sanderi
  • Nome Popular: Dipladênia, mandevila, jalapa-do-campo, jasmim-brasileiro
  • Família: Apocynaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Brasil
  • Ciclo de Vida: Perene

A dipladênia é uma trepadeira semilenhosa e volúvel, conhecida internacionalmente por sua belíssima floração. Ela apresenta folhas perenes, coriáceas, elípticas a lanceoladas, com nervuras bem marcadas e de coloração verde-escura. Sua floração é mais intensa na primavera e verão, mas pode se estender por todo ano em regiões de clima quente.

Nas inflorescências, em pequenos rácemos, despontam as belas e chamativas flores em forma de trombeta, enormes em algumas variedades, chegando a 10 centímetros de diâmetro. As flores da dipladênia geralmente são simples e de coloração rósea com o centro amarelo, mas podem ser dobradas e totalmente rosas, vermelhas ou brancas.

O sucesso da dipladênia no paisagismo é indiscutível. Ela é muito rústica e precoce, florescendo desde jovem. Devido à característica de não adensar muito sua folhagem, é adequada para cobrir suportes leves ou estruturados como caramanchões, grades, treliças, arcos, cercas e colunas, entre outros. Seu porte é médio, podendo alcançar cerca de 2 a 3 metros de altura. Também pode ser cultivada em vasos grandes e jardineiras, desde que lhe seja oferecido suporte. Seu perfume é bastante peculiar e lembra o aroma de chiclete tutti-frutti. A seiva leitosa da dipladênia é tóxica e pode provocar queimaduras na pele e mucosas.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado moderadamente. Não tolera encharcamento, frio intenso ou geadas. Pode ser cultivada no litoral, tolerando a salinidade do solo. Fertilizações mensais, ricas em fósforo, nos meses quentes estimula intensas florações. É tolerante a podas, que devem ser efetuadas preferencialmente no inverno. Multiplica-se por sementes e por estaquia dos ramos semi-lenhosos.

Autor: Raquel Patro
Conteúdo sob Licença Creative Commons
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